sexta-feira, 10 de setembro de 2021

Festival de Cultura e Gastronomia de Gramado apresenta 'A Voz de Cristal'

‘A Voz do Cristal’ é atração no Festival de Cultura e Gastronomia de Gramado
Pocket musical ocorre na sexta-feira e sábado (10 e 11/9), das 17h30 às 22h30 – a cada hora.

O 13º Festival de Cultura e Gastronomia de Gramado, que segue até este domingo (12/9) na rua Pedro Benetti - ao lado da Igreja Matriz São Pedro, tem entre as atrações o pocket musical “A Voz do Cristal”, da Cristais de Gramado. Os músicos Júlio César Wagner e Heitor Knorst fazem com que as taças de cristal se tornem instrumentos e encantem o público com o eclético repertório, na sexta-feira e sábado (10 e 11/9), entre 17h30 e 22h30 – a cada hora.
Unindo a arte visual e sensorial, recentemente a Cristais de Gramado criou o espetáculo ‘A Voz do Cristal’. São dezenas de taças, onde cada uma revela uma nota musical - quando reunidas, elas compõem uma verdadeira sinfonia de sentimentos. A atração inédita no País é apresentada diariamente no Museu Vivo do Cristal, localizado na RS 115, nº 36161 - Várzea Grande (junto ao Pórtico de entrada em Gramado), sempre entre 10h e 16h – a cada hora.
Para as apresentações no Festival de Cultura e Gastronomia de Gramado, os músicos Júlio César Wagner e Heitor Knorst selecionaram clássicos da música e releituras de grandes sucessos.
A Cristais de Gramado já há alguns anos é apoiadora do Festival de Cultura e Gastronomia, produzindo o troféu que é entregue ao vencedor do Concurso Melhor Chef. O troféu em cristal artístico com ouro, desta 13ª edição, será entregue ao vencedor no dia 10 de setembro.

Sobre a Cristais de Gramado – O museu vivo do cristal proporciona aos visitantes uma imersão pelo universo da história e arte desta técnica milenar. Referência nacional na produção do cristal artístico, a empresa com quase duas décadas de atuação é, também, uma das mais tradicionais atrações turísticas da Serra Gaúcha. Ao circular pelos 2 mil² da Cristais de Gramado, o visitante desvenda verdadeiros segredos da humanidade.
Durante o passeio pelo museu vivo do cristal, também é possível visitar o showroom com mais de 10 mil peças de decoração e utilitários, deslumbrar-se com as 24 mil semijoias da maior joalheria contemporânea da América Latina e, por último, curtir a cafeteria e assistir à apresentação do “A Voz do Cristal”.
A Cristais de Gramado está localizada na RS 115, nº 36161, Várzea Grande (junto ao Pórtico de entrada em Gramado), abre diariamente e ingressos antecipados podem ser adquiridos no https://ingressos.cristaisdegramado.com.br/

Fonte:
Catiúcia Ruas

34° Sonho de Natal terá 80 dias e mais de 370 apresentações

Em clima de emoção, o 34º Sonho de Natal de Canela foi lançado na noite de quarta-feira (8), no Parque do Sesi. O evento, que terá duração de 80 dias, ocorre de 22 de outubro a 9 de janeiro de 2022. Estão previstas mais de 370 apresentações. Todas com acesso gratuito.

A grande novidade da edição será a utilização do Teatro Municipal como palco para as atrações artísticas do evento. O espaço está sendo reformado com o apoio da iniciativa privada para acolher shows musicais, como O Som do Vento e Christmas In Concert, além da encenação Auto de Natal e as peças teatrais Sonho Infantil, O Guardador de Rebanhos, aos Olhos de Mãe e o teatro de bonecos Natal do Carlão. “A reativação do Teatro como um elo da produção cultural de Canela é muito importante. O Sonho de Natal reúne toda a classe artística da cidade. Um espaço como o Teatro Municipal, onde vamos poder expor o trabalho de toda a classe artística de Canela, é fundamental. Com isso, o Sonho de Natal aposta no desenvolvimento das pessoas. Antes de aprender a escrever e a ler, elas aprendem a cantar e esse é o papel do Sonho: estimular a fantasia nas pessoas para que elas possam continuar sonhando dentro de um trabalho cultural”, avalia o diretor artístico, Elias da Rosa.

Por meio de projeção mapeada, a Catedral de Pedra concentrará os espetáculos Vida e a Fábrica de Sonhos, mesmo tema do evento. Atrações como Árvores do Sonho, onde a comunidade irá decorar pinheirinhos, e a Paradinha de Natal ocorrerão nas vias centrais da cidade.

A tradicional Corrida Santa Claus Challenge, o Coral Arte Maior de Joinville e a apresentação da Orquestra Sinfônica da UCS serão realizadas ao ar livre, transformando o Centro literalmente em um palco a céu aberto. Utilizando a técnica de rapel, o principal símbolo do Natal, o Papai Noel, vai divulgar a festividade em outros Estados, levando mensagens de paz e de conscientização quanto à prevenção a pandemia. A ornamentação das ruas promete ser destaque dentro da programação.

Como programação paralela, a praça João Corrêa abrigará 1º Festival de Gastronomia e Vinhos. “A comunidade e os turistas podem esperar que a magia acontecerá na cidade de Canela. Nós vamos conectar a cultura, a gastronomia, a natureza, a magia, o sonho e o amor porque Canela vive isso. Nós vamos fazer um Natal humanizado. Venha viver a magia do Sonho de Natal de Canela”, diz o diretor geral da festividade e secretário municipal de Turismo e Cultura, Ângelo Sanches.

O prefeito Constantino Orsolin lembrou os efeitos maléficos causados pela Covid-19, enfatizando que, mesmo assim, a pandemia não acabou com a capacidade de sonhar. “Ela roubou da gente as relações mais bonitas que temos na vida, mas não roubou de nós o sonho, a esperança, a determinação do povo de Canela. Isso ela não tirou da gente. Esse Natal tem a grande responsabilidade de trazer de volta para as crianças que a fantasia existe”, frisa Orsolin.

Ao mesmo tempo em que o 34º Sonho de Natal proporcionará entretenimento gratuito, os cuidados para evitar o avanço da pandemia serão observados. Medidas sanitárias como o uso de máscara, higienização das mãos com álcool em gel, aferimento de temperatura e distanciamento social serão adotados durante a realização de todas as atividades do evento. “O que Canela verá é a realização de um sonho que conseguimos ver materializado, o qual devolve para nós a esperança, nos devolve um sentimento de humanização que é o que mais precisamos neste momento. Certamente será o melhor Natal da história em Canela”, comenta o secretário estadual de Turismo, Ronaldo Santini, que anunciou que os protocolos do evento foram aprovados com louvor pelo Governo do Estado.

ARRECADAÇÃO DE ALIMENTOS
A solidariedade, a empatia e a segurança sanitária estarão presentes na realização da festividade natalina. Uma união de esforços em prol do bem vai auxiliar famílias carentes através de uma campanha de arrecadação de alimentos, tornando os espectadores das atrações em importantes engrenagens na Fábrica de Sonhos. “O Sonho vai auxiliar pessoas que estão necessitando de alimentos. Isso é o mais digno que podemos entregar para a nossa comunidade”, destaca o diretor artístico Elias da Rosa.

SOBRE O EVENTO
O 34º Sonho de Natal é uma realização da Prefeitura de Canela, por meio da Secretaria Municipal de Cultura e Turismo, Secretaria Especial da Cultura RS, e Ministério do Turismo – Governo Federal. O evento tem patrocínio do Golden Propriedades de Lazer, Sicredi Pioneira, Skyglass Canela, Brocker Turismo, Bus Tour, Bondinhos Aéreos, Cervejaria Farol, Mundo a Vapor, Vinícola Jolimont, Dauper e Motormac. Apoio institucional: Paróquia Nossa Senhora de Lourdes e Parque do Sesi Canela. Agente Cultural: 1º Casa Produções.
Mais informações em www.sonhodenatal.com.br.

Foto: Cleiton Thiele

Fonte:
Halder Ramos
Jornalista | Assessor de Comunicação
Fone:  (54) 99608.4545

Pé da Cascata Explorer é atração no Festuris Connection Experience


Evento também conta com transporte do Bustour e mediação das diretoras do Grupo Brocker na programação de palestras

O Pé da Cascata Explorer é um dos destaques na programação do Festuris Connection Experience, realizado nos dias 9 e 10 de setembro em Canela (RS). Em formato híbrido, o evento apresenta as principais tendências globais do turismo, com palestrantes brasileiros e internacionais, oportunidades de negócios para o trade turístico e visitas técnicas nos principais atrativos da Serra Gaúcha, incluindo a Cascata do Caracol, cenário do novo roteiro Pé da Cascata Explorer.

O tour da Brocker Turismo revela uma vista única da Cascata do Caracol, que pode ser apreciada em toda sua beleza da base da cascata. Neste passeio, os visitantes conhecem a região dos primórdios de Canela e Gramado, o Vale da Lageana, caminhando por trilhas leves em busca do Pé da Cascata. “É um misto de eco, aventura e história, em que seguimos os passos dos primeiros moradores do Caracol, revelando a cascata que no início pensavam ser uma lenda” revela Adriane Brocker Boeira Guimarães, CEO do Grupo Brocker. “Lançado recentemente, o tour tem uma proposta que vai de encontro à temática do Connection Experience. O evento oferece experiências de conexão com a natureza, gastronomia e cultura da nossa região, sendo assim uma excelente oportunidade de apresentar este novo atrativo da Brocker ao trade turístico”, completa Adriane.

Além do passeio da Brocker para os participantes do Festuris Connection Experience, o Bustour é o transporte oficial do evento, que terá ainda participação das diretoras da empresa. Adriane Brocker Boeira Guimarães e Carlise Bianchi, respectivamente CEO e Diretora Comercial e Marketing do Grupo Brocker, estão entre os moderadores da programação de palestras online e ao vivo, realizadas no restaurante Garfo e Bombacha, espaço temático com acervo que conta parte da história do povo gaúcho.

Fonte:
ODB Comunicação
Pedro Alencastro
Email
pedro@odbcomunicacao.com.br

Connection Experience debate as novas tendências de turismo: natureza, gastronomia e rural

Iniciou na manhã da quinta-feira (9.09) o Connection Experience.

No período da manhã a apresentação de conteúdos com palestrantes internacionais e cases nacionais iniciou com as boas vindas de Marta Rossi e Eduardo Zorzanello, CEOs do evento que acontece no Garfo e Bombacha até esta sexta (10). “Escolhemos este espaço muito especial para oportunizar uma imersão na cultura gaúcha que tem neste mês de setembro a Semana Farroupilha, evento que faz parte de nossa cultura e tem especial significado para nós gaúchos”, disse Marta.

O secretário de Turismo e Cultura de Canela, Ângelo Sanches destacou a essência da cidade anfitriã do Connection. “Desde 2017 reinventamos esse destino, deixamos de ser coadjuvantes para ser protagonistas. Turismo é cuidar bem das pessoas, e hoje somos privilegiados por essa retomada, vamos nos permitir a viver como se fosse a primeira vez que”.

Dando início a imersão dos conteúdos, Ana Baez, painelista da Costa Rica, abordou no painel Natureza, Diversidade e Turismo o diferencial do seu país em relação à natureza e a sustentabilidade. Ela destacou que o país teve quatro importantes mudanças ao longo de anos passando pelas segmentações: natureza, ecoturismo, turismo sustentável e experiência autêntica. “É preciso um trabalho conjunto para diminuir os impactos na natureza”, frisou a palestrante.
Na conexão com o Brasil, o CEO do Grupo Cataratas, que mantém o Parque Nacional das Cataratas do Iguaçu, Pablo Mórbis, frisou sobre o potencial turístico de cada unidade que o grupo administra. “A concessão precisa funcionar de forma harmônica, não existe turismo de natureza sem impactar as pessoas para uma consciência de conservação, esse é o nosso propósito enquanto concessionária de turismo de natureza”, frisa o Mórbis. O Grupo Cataratas também administra as concessões do Paineiras Corcovado, AquaRio, BioParque do Rio, EcoNoronha.
Na sequência foi a vez da Itália apresentar o painel “Turismo Gastronômico: originalidade e premiunização”, com a painelista Maria Elena Rossi. “Aqui se usufrui muito do turismo gastronômico com o made in Itália, aquilo que as pessoas conhecem da gente. Uma das estratégias é criar valor e fazer um marketing turístico entendendo as necessidades dos turistas”, destacou a painelista. O Chef Daniel Paiva, na conexão com o Brasil, explanou sobre sua experiência no setor de gastronomia apontando fortemente na experiência local. “A gente tem costume de valorizar o que é de fora, o queijo da suíça, por exemplo, sendo que pertinho da gente existe uma peça com um grande diferencial, tão boa quanto, como queijo colonial. É preciso valorizar a gastronomia local”, avalia Paiva.
O secretário de Turismo do Rio Grande do Sul, Ronaldo Santini no painel “Experiência Gaúcha: A cultura como impulsionadora do turismo no Rio Grande do Sul”, enfatizou que os artistas locais se tornem, cada vez mais, impulsionadores do destino turístico do Rio Grande do Sul. “Estamos vivendo um momento de reencontro com a nossa natureza. O Estado tem a incumbência de profissionalizar o seu povo, a tendência mundial é o turismo doméstico”, ressalta.
Para finalizar a manhã de conteúdo, o presidente e fundador do grupo tour house e também um dos criadores do movimento supera turismo, Carlos Prado destacou sobre o projeto que nasceu na pandemia e vem lutando pelo fortalecimento do turismo brasileiro.

Público que prestigiou o evento no dia 09.09
Marta e Eduardo ainda fizeram uma breve apresentação sobre o Meeting Festuris, apresentando, em primeira mão, alguns palestrantes do evento de 2021. “Nós temos um protagonismo em nosso DNA e viemos acompanhando as mudanças do turismo no mundo, por isso entraremos na Era da Transformação”, adianta Marta. Entre os palestrantes confirmados estão Aldo Leone - da Agaxtur, José Galló - diretor do conselho administrativo Lojas Renner, Álvaro Garneiro, embaixador do turismo, John Rodgerson - CEO Azul Linhas Aéreas e Jovane Guissone - medalha de prata nas Paralimpíadas de Tóquio 2020.
No período da tarde, os participantes participaram da jornada de experiências pelos atrativos Pé da Cascata, Alpen Park, Jolimont.
Nesta sexta-feira (10), a apresentação dos conteúdos inicia com os painelistas Leandro Choi (Argentina) e Renato Fernandes (Ibraoliva), no painel Turismo Rural: experiências autênticas e o mercado 4.0. Ainda farão explanação os palestrantes Mônica Batista de Souza, coordenadora de Acesso a Mercados Privados - SAF/MAPA, no painel Agroturismo e Roteiros Rurais, Dalma Diaz (Chile) e Eduardo Bassetti (Vinhos de Altitude), no painel Turismo do vinho e a experiência Enogastronômica. Para fechar o evento, Valdir Cardoso, presidente do Grupo Florybal, contará sua história de empreendedor.

A 5ª edição do Connection teve como patrocinador Master do Governo do Rio Grande do Sul, como apresentador a Prefeitura de Canela, por meio da Secretaria de Turismo e Cultura, patrocinadores Sicredi e Garfo e Bombacha, transportadora terrestre oficial Brocker Turismo e apoiadores Skyglass, Vitivinícola Jolimont, Alpen Park, Parque Terra Mágica Florybal, Acic, Sindtur Serra Gaúcha e Consolato Generale d' Italia Porto Alegre.
Fotos: Rafael Cavalli

Fonte:
Laura Gallas
Assessora de Imprensa | Comunicação
(54) 3286-3313 | (54) 999473317
laura@festurisgramado.com.br
www.festurisgramado.com
Rua Garibaldi, 308 - Sl. 201 - Gramado/RS

Sindilojas Hortênsias comemora seus 63 anos

Em 16 de janeiro de 1958 nascia a Associação Profissional do Comércio Varejista de Gramado. Em 26 de abril do mesmo ano, seus diretores iniciaram o processo de investidura sindical. Após diversas mobilizações de empresários da cidade de Gramado para organizar a categoria, foi fundado oficialmente o Sindicato do Comércio Varejista de Gramado (Sindilojas Gramado) em 11 de setembro de 1958, o qual mantinha 30 associados.

De lá para cá, muito foi conquistado! A entidade ganhou visibilidade e a confiança dos comerciantes e hoje está à frente não só dos lojistas de Gramado, mas de Canela, Nova Petrópolis, Cambará do Sul, Jaquirana, Picada Café e São Francisco de Paula. Ela representa 1295 empreendimentos e mantém 315 associados entre Pessoa Física e Jurídica. Seu papel transcende a representatividade!

“O Sindicato defende os interesses, luta pelos direitos de cada empreendedor, oferece benefícios e soluções, qualificação e oportunidades de crescimento. Temos muito orgulho de sermos dirigentes de entidade tão importante para a economia de nossa região”, destaca o presidente do Sindilojas Hortênsias, Guido Thiele.

A entidade oferece uma gama de serviços e soluções: planos de saúde, análise e concessão de crédito, sistema de gestão e PDV, Escola do Varejo, locação de salas, banco de talentos, encaminhamento para carteira SESC/SENAC, além de diversos convênios que oferecem descontos especiais para associados.

Também é o Sindilojas Hortênsias que assina, juntamente com o Sindicomerciários, a CCT – Convenção Coletiva de Trabalho, que valida as regras trabalhistas que serão adotadas no seu período de vigência. Dentre os assuntos abordados no documento estão: piso salarial, 13° salário, horas extras, adicionais, contrato e jornada de trabalho, férias, banco de horas, entre outros.

Conheça mais sobre o Sindilojas Hortênsias: www.sindilojashortensias.com.br.

Fonte:
Carla Wendt Comunicação
carla@cwcomunicacao.com.br
54.9 9969.5536
@carlawendtcomunicacao


segunda-feira, 30 de agosto de 2021

Ratanabá: A Capital do Mundo

O que você acha da Amazônia?
O que você sabe sobre a Amazônia?
Todos sabemos que a região é habitada por dezenas de povos indígenas. Mas a idéia predominante no imaginário das pessoas é a de que eles sempre viveram em perfeita harmonia com o ambiente, interferindo o menos possível na natureza e tirando dela apenas o essencial para sua sobrevivência. Ao que tudo indica, essa visão romântica está completamente errada.
Descobertas arqueológicas feitas nas últimas 3 décadas indicam que, antes de o Brasil ser descoberto, a população nativa da Floresta Amazônica era muito mais numerosa e sofisticada do que se costuma imaginar.

OS MURIL
'O Império central dos Muril ficava na região onde hoje existe a Floresta Amazônica. Esse Império que era o centro de toda a civilização, a capital do mundo, era chamado de Ratanabá', afirma Larissa K, pesquisadora de Dakila Pesquisas.


A civilização dos Muril foi a primeira que chegou na terra há 600 milhões de anos. Os Muril ficaram aqui até um pouco antes da elevação dos Andes, por volta de 450 milhões de anos atrás. Se estabeleceram por um período de 150 milhões de anos mapeando e demarcando o nosso planeta. O objetivo deles não era colonizar, porém trouxeram pessoas para ajudar no seu trabalho.

Após a finalização do trabalho de mapeamento, os Muril foram embora deixando suas construções e tecnologias. Como nosso planeta era muito bonito, muitos dos trabalhadores e descendentes diretos dos Muril escolheram ficar na Terra.

Quando ocorreu a elevação dos Andes devido ao choque de um grande corpo celeste que caiu na Terra, houve a elevação da placa tectônica de todo o continente, o que ocasionou o alagamento da região do Ratanabá, perdendo 30% de sua planicidade. Em função disso todos os rios da região que originalmente iam para o norte mudaram o seu curso para o sul. Após o alagamento e soterramento, a região se tornou uma imensa floresta, a maior do mundo. Poucos dos remanescentes dos Muril e dos seus trabalhadores sobreviveram a essa catástrofe e ficaram ilhados em pequenas tribos.


Impacto de Asteroide elevou os Andes milhões de anos atrás
Ainda hoje é possível encontrar na Amazônia tribos descendentes dos Muril: a tribo dos índios morcegos que são descendentes dos trabalhadores ajudantes dos Muril, e os índios albinos do sul da Amazônia que são descendentes diretos dos Muril com a genética quase intacta. Os índios albinos são uma tribo de índios muito bravos e guerreiros, sua altura varia de dois metros a dois metros e meios; possuem uma grande sabedoria; e um vasto conhecimento sobre as plantas; além disso tem uma expectativa de vida muito maior do que a nossa. Os índios albinos ainda mantém a mesma hierarquia dos Muril, com a sua sociedade dividida em comissões e cada comissão com um senhor, como a comissão da parte econômica, comissão da parte social e assim por diante. Até hoje os índios albinos falam um dialeto herdado dos Muril que é o Irdin.

Como a região virou uma floresta, hoje o Ratanabá e toda a tecnologia, incluindo muitos artefatos da civilização Muril, estão ocultos e soterrados dentro da Floresta Amazônica. Os Muril tinham grande conhecimento e tecnologia em corte e construções em pedras. A maioria das construções em pedras da antiguidade foram feitas pelos Muril mas creditadas a civilizações posteriores. Haviam algumas construções e monumentos gigantescos espalhados pela superfície da terra em todos os continentes que hoje nós conhecemos como fortes. Alguns já foram destruídos e suas fundações serviram para vários propósitos. No Brasil grande parte dessas fundações foram usadas para a construção de igrejas pelos Jesuítas. Outros fortes ainda se mantém intactos ou com pequenas alterações.

Forte Real Príncipe da Beira. Uma construção da civilização Muril que ainda se mantém praticamente intacta.


Os fortes construídos pelos Muril serviam como indicadores para os fortes da mesma comissão. As pontas dos fortes também indicavam a direção das estradas onde deveriam fazer o pouso no Ratanabá, que era um mega aeroporto. Outras construções deixadas pelos Muril foram os Geoglifos que serviam como um sinalizador ou mapa para ser visto de cima. Cada geoglifo também era uma base, na superfície e no subsolo. O Caminho do Peabiru também foi criado pelos Muril para unir os continentes e era para ser visto de cima, mas a principal função era ser usado pelos trabalhadores que se deslocavam a pé.

O Caminho do Peabiru foi construído pela civilização Muril milhões de anos atrás.

Fragmentos da história dos Muril podem ser encontrados nas tabuletas sumérias, em alguns pergaminhos do Mar Morto e no Livro de Enoch. Além disso, a Pedra do Ingá na Paraíba conta parte dessa história, especialmente a que fala sobre a criação do Homem. Em Nova Brasilândia em Rondônia existe uma pedra que também traz o registro de toda a história da humanidade e do mecanismo do universo.

JOGO DE INTERESSES: Floresta Amazônica não queima
O presidente do Dakila Pesquisas, Urandir Fernandes de Oliveira, gravou mensagem em vídeo afirmando que a Amazônia não queima. Por ser muito úmida, diz o pesquisador, o fogo não se prolifera dentro da mata densa, mas somente em locais de desmatamento e margens de rodovias onde a vegetação é rasteira, por já ter sido desmatada anteriormente. Na maioria das vezes, as queimadas ocorrem de forma controlada em épocas de cultivo da terra.
Segundo ele, é uma vergonha a polêmica que estão fazendo sem a menor necessidade só para arranhar a imagem do Brasil e dos brasileiros. “Tudo é um jogo de interesses, são articulações para desestabilizar o nosso país, para criar movimentos falsos e denegrir nossa imagem. Eles (estrangeiros) querem a nossa terra, mas a Amazônia é do Brasil”, ressaltou o pesquisador.


O Dakila Pesquisas possui cinco bases de estudos na região amazônica, sendo quatro no Estado de Rondônia (Porto Velho, Abunã, São Miguel do Guaporé e Costa Marques) e uma no Estado do Amazonas, em Manaus. Além disso, conta com pontos de apoio em Benjamin Constant, Taraquá e São Paulo de Olivença, todos no Amazonas, e outros em Macapá (AP), Alto Alegre (RR) e Rio Branco (AC). “Temos estas bases e pontos de apoio há quase 30 anos e nunca presenciamos um incêndio na mata densa”, esclarece Urandir.
Para ele, os interesses pela Amazônia são diversos, incluindo jazidas de minérios escondidas na mata, biodiversidade, entre outros. Matérias recentes alegam também que a preocupação com as queimadas está sendo usada por líderes estrangeiros como uma ”desculpa” para interferir no acordo de livre comércio entre o Mercosul e a União Europeia, prestes a ser assinado após 20 anos de negociações. O acordo contraria interesses do setor de agronegócios de alguns países.
Um dos fatores que tornam a Floresta Amazônica impossível de ser queimada são os rios voadores, que são “cursos de água atmosféricos” formados por massas de ar carregadas de vapor de água, muitas vezes acompanhados por nuvens, e são propelidos pelos ventos. De acordo com o portal riosvoadores.com.br, a quantidade de vapor de água liberado pelas árvores da floresta pode ter a mesma ordem de grandeza, ou mais, que a vazão do Rio Amazonas (200.000 m3/s).

Urandir afirma que biólogos, ambientalistas e outros especialistas sabem que a Amazônia não queima e faz um apelo para que divulguem a informação correta.

CONVOCAÇÃO
Neste 7 de setembro, fale comente divulgue Ratanabá! Ela é nossa! Ela é dos brasileiros! E querem tirá-la de nós! Este é o verdadeiro motivo de tantos países estarem de olho na Amazônia! O interesse, mais do que o financeiro, é pelo poder das armas de tecnologias ultra avançadas que estão escondidas lá estão; pois quem as encontrar, dominará o mundo! Nada mais!

Você quer perder este patrimônio?

Ratanabá! Nós sabemos! 

 
 
 

DICA DE LIVRO
Ratanabá é a obra de Izah B. Pavão. É o livro da busca pela primeira Capital do Mundo, situada na Amazônia Brasileira, que apresenta ampla pesquisa histórica e arqueológica, baseada nos mapas da corte portuguesa, desde o tratado de Tordesilhas, passando pelos bastidores que definem o território brasileiro. Conheça o maior plano arquitetônico já realizado mundo, que prova que o Brasil, na verdade, é o berço da civilização, história conhecida somente pelo Reis da Terra.

https://www.amazon.com.br/Ratanab%C3%A1-Legado-dos-Reis-Terra-ebook/dp/B08FFGFKSQ




Fontes:
Leia mais em: https://super.abril.com.br/historia/as-cidades-perdidas-da-amazonia/

https://larissak.com.br/2020/10/18/ratanaba-a-capital-do-mundo/

Site: www.dakila.com.br | E-mail imprensa@dakila.com.br

Lançado em Gramado o Projeto Ametista do Serviço Geológico do Brasil

Projeto Ametista e o potencial econômico para os municípios gaúchos da fronteira com o Uruguai

O Serviço Geológico do Brasil apresentou nesta segunda-feira, dia 30 de agosto, em Gramado, o projeto Áreas de Relevante Interesse Mineral (ARIM) - Modelo Prospectivo para Ametista e Ágata na Fronteira Sudoeste do Rio Grande do Sul. Recentemente o Serviço Geológico do Brasil, a partir de pesquisa de campo e da aplicação de métodos geofísicos, divulgou pesquisa que sugere que as ametistas dos jazimentos de classe mundial do distrito gemológico Los Catalanes, Uruguai, avançam nas áreas de municípios da fronteira oeste gaúcha.

A pesquisa tem a autoria dos geólogos Magda Bergmann, Paloma Gabriela Rocha, Andrea Sander e Giovani Parisi. O local escolhido para o lançamento foi o GEO Museu de Gramado que possui uma grande exposição de ametistas (inclusive uma peça de sete toneladas), extraídas da região uruguaia estudada.


Os municípios gaúchos da fronteira não exploram o potencial da região para ametistas. Enquanto que, do outro lado da fronteira, os vizinhos uruguaios já exploram as jazidas há mais de 50 anos. Dados apontam a produção de 1.689 toneladas de ametista, ao ano, no lado uruguaio. A extração de ametista acontece em oito municípios do Rio Grande do Sul, mas principalmente em Ametista do Sul. São mais de 200 garimpos na região. O total da produção que é exportada chega a 95%, a maioria para China, Estados Unidos e países da Europa.

O setor movimenta cerca de R$ 500 milhões por ano para a economia gaúcha. No ano passado, houve uma queda de 10%, mas o dólar valorizado ajudou na recuperação. Em Soledade, a indústria representa 50% da economia; o número é ainda maior na cidade de Ametista do Sul, onde o setor corresponde a 70% da atividade econômica.

"São grandes lavas uruguaias produtoras de geodos e de ametistas. O setor de mineração em si movimenta toda uma cadeia de serviços. A perspectiva de beneficiamento local destas gemas teria foco central em Santana do Livramento beneficiando Quaraí e até Alegrete", destaca a pesquisadora do Serviço Geológico do Brasil (CPRM), Magda Bergmann.

Segundo a pesquisadora, o mais importante no momento é sensibilizar os empreendedores da região que estão focados na exploração de ágatas. Eles precisam ser incentivados a investir na exploração das jazidas de ametistas que estariam abaixo das jazidas de ágatas nos municípios gaúchos.

"Podemos ter uma exploração a longo prazo como do lado uruguaio, e também a exportação para mercados como o da China, por exemplo", completa Magda.

Participaram do evento em Gramado, que também marcou as comemorações dos 52 anos do Serviço Geológico do Brasil, o diretor-presidente do SGB-CPRM, Dr. Esteves Colnago, o diretor de Geologia e Recursos Minerais do SGB-CPRM, Dr. Márcio Remédio e o prefeito de Gramado Nestor Tissot.

Aqui o estudo completo Áreas de Relevante Interesse Mineral (ARIM) - Modelo Prospectivo para Ametista e Ágata na Fronteira Sudoeste do Rio Grande do Sul: http://rigeo.cprm.gov.br/jspui/handle/doc/18795

Fotos: Divulgação.
 
Fonte:
Flávio Prestes
Assessor de Imprensa
(54) 981112417